Outsourcing de TI: Guia completo para escalar a equipe com sucesso

Empresas que desejam se manter competitivas precisam ser ágeis e se adaptar rapidamente a novas demandas. No entanto, o crescimento acelerado muitas vezes exige um aumento rápido da equipe, e a contratação interna de especialistas em TI pode ser um processo demorado e caro.

É aqui que o Outsourcing de TI se destaca, e é muito mais do que apenas terceirização. É uma estratégia inteligente para expandir sua equipe, otimizar recursos e aumentar a competitividade sem comprometer a qualidade.

Este artigo é um guia completo para te ajudar a entender o processo de outsourcing de ponta a ponta, desde a identificação de suas necessidades até a gestão do profissional alocado, garantindo que você escale sua equipe com eficiência e obtenha resultados extraordinários.

 

O que é Outsourcing de TI e por que ele é estratégico?

O outsourcing consiste em delegar funções, projetos ou processos específicos a uma empresa externa especializada. No contexto de TI, isso significa contar com profissionais experientes para desenvolver softwares, gerenciar infraestrutura, garantir a segurança cibernética ou atuar em diversas outras frentes tecnológicas, sem a necessidade de uma contratação direta.

Na prática, o outsourcing age como uma extensão do seu time interno, mantendo o alinhamento com seus objetivos e processos. As vantagens são inúmeras e vão muito além da simples redução de custos:

  • Aumenta a capacidade do time sem sobrecarregar a equipe interna: o outsourcing permite ajustar rapidamente o tamanho da sua equipe de acordo com as demandas do projeto, seja para expandir operações ou lidar com picos de trabalho.
  • Garante acesso a especialistas: você tem à disposição um pool de talentos com expertise técnica e conhecimento atualizado, sem o esforço de um longo processo de recrutamento e seleção.
  • Permite o foco no core business: ao delegar tarefas operacionais e técnicas, sua equipe interna pode se concentrar em atividades estratégicas que impulsionam o crescimento e a inovação.
  • Reduz custos e riscos: o modelo elimina gastos com salários, encargos trabalhistas, treinamentos e infraestrutura. Além disso, a expertise da empresa parceira minimiza os riscos de falhas técnicas e de segurança.
  • Melhora o compliance: a parceria com uma empresa especializada garante que os processos e as atividades estejam alinhados às melhores práticas do mercado, aumentando a segurança dos dados e o compliance.

 

Passo a passo para implementar o Outsourcing com sucesso

Para garantir o sucesso do outsourcing, é fundamental seguir um plano estratégico.

 

Passo 1: Diagnóstico das necessidades internas

Antes de buscar um parceiro, olhe para dentro. Identifique quais áreas ou projetos precisam ser reforçados e seriam mais beneficiados com o outsourcing. Pergunte-se:

  • Precisamos de conhecimento técnico e habilidades específicas que não temos na equipe atual?
  • Há demandas urgentes que não conseguimos atender internamente por falta de mão de obra qualificada?
  • Quais atividades consomem muito tempo da minha equipe, mas não são estratégicas para o negócio?

Definir objetivos claros, como a aceleração do desenvolvimento de um novo produto ou a redução de 20% nos custos operacionais, ajuda a medir o sucesso da parceria. Essa etapa evita desperdícios e garante que a contratação seja realmente estratégica.

 

Passo 2: Pesquisa e seleção do parceiro estratégico

Escolher o parceiro certo é a decisão mais importante. Um bom fornecedor de outsourcing se destaca por:

  • Expertise comprovada: avalie o histórico de projetos, a experiência no seu segmento e o domínio das tecnologias.
  • Processos claros: a empresa deve ter processos bem definidos de seleção e gestão de talentos.
  • Capacidade de integração: o parceiro deve ter habilidade para integrar equipes internas e externas. A comunicação e a transparência são fundamentais.
  • Alinhamento de objetivos: o parceiro deve entender seus objetivos e trabalhar para alcançá-los, com compromisso com qualidade, inovação e prazos.

 

Passo 3: Escolha do modelo de contratação

Nem todo outsourcing é igual. É preciso entender o serviço para escolher o formato que melhor se encaixa na sua realidade:

  • Outsourcing de profissionais individuais: ideal para suprir lacunas específicas de conhecimento.
  • Squads completos: times prontos para atuar em projetos específicos, com agilidade e autonomia.
  • Gestão de serviços (Managed Services): terceirização de uma operação inteira, com um SLA (Acordo de Nível de Serviço) definido.

 

Passo 4: Integração com a equipe interna

Para que o outsourcing seja eficiente, o time externo não pode atuar de forma isolada. Uma integração bem-sucedida é crucial e inclui:

  • Apresentação: apresente o profissional ou a equipe terceirizada ao seu time, definindo os canais de comunicação.
  • Alinhamento: garanta que todos estejam alinhados com a cultura e os objetivos da empresa.

O sucesso da colaboração depende de uma comunicação fluida e de um ambiente de trabalho colaborativo.

 

Passo 5: Gestão e acompanhamento contínuos

A contratação do parceiro é apenas o começo. A gestão contínua é o que garante a performance.

  • Monitore o progresso: forneça feedback constante e avalie o desempenho com base em KPIs claros, como prazo, qualidade e produtividade, definidos no contrato.
  • Faça ajustes: essa avaliação contínua permite fazer ajustes, otimizar processos e garantir que a parceria continue gerando valor para o seu negócio.

 

Outsourcing é uma ferramenta de escalabilidade sustentável

Com um parceiro de outsourcing confiável, sua empresa ganha a capacidade de aumentar ou reduzir a equipe rapidamente conforme as demandas do negócio. Essa agilidade permite:

  • Lançar novos produtos com mais velocidade.
  • Atender picos sazonais de demanda sem sobrecarga.
  • Abraçar novos projetos sem comprometer as operações existentes.

Além disso, o outsourcing garante acesso imediato a profissionais qualificados, expande sua equipe sem aumentar custos fixos e burocracias, e mantém sua equipe interna dedicada a projetos estratégicos, criando um ambiente de trabalho mais produtivo e motivador.

 

Conclusão

Empresas que desejam escalar equipes e acelerar resultados em TI têm no outsourcing uma ferramenta poderosa. Com o parceiro certo, ele se torna um motor de crescimento, transformando a forma como a empresa opera e tornando-a mais ágil, competitiva e preparada para o futuro.

 

Por que escolher a A.R.Phoenix?

Na A.R.Phoenix, entendemos que outsourcing é uma parceria estratégica de TI, não apenas fornecimento de mão de obra. Conheça nossos diferenciais:

  • Diagnóstico detalhado: realizamos um levantamento minucioso das suas necessidades para indicar o modelo de outsourcing mais adequado para o seu negócio.
  • Seleção rigorosa: trabalhamos com um processo de seleção rigoroso, entregando apenas profissionais com o perfil técnico e cultural certo para sua empresa.
  • Integração e gestão: participamos do onboarding, garantindo que cada profissional se integre rapidamente. Além de fornecer os profissionais, atuamos na gestão, ajustando o time quando necessário.

Temos vasta experiência atendendo bancos, financeiras, empresas de energia e outros setores que exigem alta demanda tecnológica.

Visite nossa página, saiba mais e faça contato com a A.R.Phoenix https://arphoenix.com.br/servicos/outsourcing/

 

Equipes de alta performance impulsionam o sucesso

Equipes de Alta Performance Impulsionam o Sucesso

No mundo corporativo e competitivo de hoje, o sucesso não reside apenas em indivíduos talentosos, mas em equipes coesas e altamente eficazes. As equipes de alta performance (EAPs) representam o ápice da colaboração, combinando habilidades diversas e direcionando-as para um objetivo comum. Mas como construir ou desenvolver uma equipe que transcende o ordinário e alcança resultados extraordinários?

Neste artigo, vamos explorar essas questões e entender a importância de ter uma equipe assim para o crescimento e a produtividade da empresa.

 

O que define uma equipe de alta performance?

Equipes de alta performance não se limitam a um mero conjunto de indivíduos. São compostas por profissionais que, além de cumprir suas responsabilidades, são organismos vivos, pulsando com confiança, comunicação clara, sinergia e seus membros compartilham um propósito unificado. Objetivos SMART (específicos, mensuráveis, atingíveis, relevantes e temporais) guiam suas ações, enquanto feedback construtivo e reconhecimento alimentam o crescimento contínuo.

 

Criando uma equipe de alta performance

Existem várias estratégias que podem ser adotadas para criar ou desenvolver uma equipe de alta performance. Se este tipo de equipe é o que você busca para impulsionar sua empresa e negócio, confira abaixo:

Recrutamento estratégico: busque candidatos com habilidades complementares, paixão pelo trabalho e valores compatíveis com a empresa.

Integração eficaz: promova um ambiente acolhedor e facilite a comunicação entre os membros da equipe.

Definição clara de objetivos: estabeleça metas desafiadoras, porém realistas, que inspirem e motivem a equipe.

Delegação de responsabilidades: confie em seus membros e distribua tarefas de acordo com suas habilidades e interesses.

Comunicação aberta e transparente: incentive o diálogo franco e construtivo, promovendo a resolução de conflitos de forma saudável.

Cultura de feedback: forneça feedback regular e construtivo, reconhecendo conquistas e oferecendo oportunidades de desenvolvimento.

Treinamento e desenvolvimento: invista na formação contínua da equipe, aprimorando habilidades e conhecimentos.

Celebração do sucesso: reconheça e comemore as conquistas da equipe, reforçando o senso de comunidade e pertencimento.

 

A importância de uma equipe de alta performance

EAPs geram um impacto positivo significativo em diversos aspectos da empresa, como:

Equipes de alta performance são ativos valiosos para qualquer empresa, especialmente no setor de tecnologia. Costumam gerar um impacto positivo significativo para aquelas que as possuem. Essas equipes são capazes de:

  • Aumento da produtividade e eficiência: o trabalho em equipe otimizado e a sinergia entre os membros impulsionam a entrega de resultados.
  • Melhoria da qualidade do trabalho: o foco na excelência e a revisão entre pares garantem um alto padrão de qualidade.
  • Maior engajamento e retenção de talentos: colaboradores que se sentem valorizados e parte de um time coeso tendem a permanecer na empresa.
  • Melhor tomada de decisões: a diversidade de perspectivas e a comunicação aberta contribuem para decisões mais inteligentes e eficazes.
  • Ambiente de trabalho mais positivo: a confiança, o respeito e a colaboração criam um ambiente propício à criatividade e à inovação.

 

Conquistando a equipe de alta performance

A jornada para a alta performance é contínua e exige compromisso de todos os envolvidos. É fundamental investir em uma liderança inspiradora, manter uma comunicação transparente, oferecer feedback constante e realizar investimento em desenvolvimento.

Lembre-se: o investimento em uma equipe de alta performance é um investimento no futuro da sua empresa. Cultive um ambiente propício à colaboração, ao aprendizado e ao crescimento, e prepare-se para colher os frutos do sucesso.

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Na A.R.Phoenix, entendemos a importância de uma equipe de alta performance para o sucesso de nossos projetos e para atender às necessidades de nossos clientes de forma excepcional. 

Junte-se à A.R.Phoenix e desbloqueie o potencial máximo da sua equipe! Conheça o nosso serviço e sai na frente da concorrência. https://arphoenix.com.br/servicos/recrutamento-e-selecao/

Qual o melhor tipo de gestão de Outsourcing para a minha empresa.

Qual o melhor tipo de gestão de Outsourcing para a minha empresa.

A gestão de outsourcing pode ser feita de diversas formas. Mas, ainda existe uma enorme falta de informação sobre esse assunto por meio dos gestores, o que os levam a acreditar que esse tipo de parceria é muito mais limitada do que de fato é. 

Essa falta de informação faz com que as empresas deixem de utilizar esse serviço que pode trazer muitos benefícios tanto para a organização quanto para o profissional que presta o serviço.

 

O que é gestão de Outsourcing?

Outsourcing é um termo em inglês utilizado no mundo dos negócios para definir a terceirização. 

A gestão de outsourcing é o processo em que uma companhia realiza a contratação de outra empresa ou pessoa para desempenhar determinada função. O outsourcing é muito comum em empresas que precisam de um serviço onde o time interno não possui expertise e infraestrutura suficiente.

Normalmente, o Outsourcing está ligado a serviços que possuem alta necessidade de especialização. Ele pode ocorrer em qualquer área da empresa, desde financeiro até a parte de tecnologias e comunicação. 

Esse processo está voltando, atualmente, a uma parceria estratégica entre o contratante e o contratado, gerando oportunidades e oferecendo resultados inovadores a este mercado tão competitivo.

Quais são os tipos de gestão de Outsourcing?

Gestão Interna

Na gestão de outsourcing interna, o profissional terceirizado trabalhará em tempo integral dentro da empresa contratante, sob a sua gestão. Nesse tipo de gestão, é como se o profissional fosse um funcionário real da sua empresa.

A grande vantagem de contar com este tipo de gestão de outsourcing é que você poderá moldar o profissional de acordo com as suas necessidades e ele estará 100% focado no seu serviço. Além de, é claro, a sua empresa poder contar com o conhecimento técnico deste profissional.

Aqui na A.R.Phoenix, nós oferecemos este tipo de serviço, onde você contará com vantagens de desenvolvimento profissional e integração com nossas tecnologias e ferramentas.

Gestão Compartilhada

Este tipo de gestão de outsourcing é um pouco diferente da primeira. Apesar de o profissional ainda ficar alocado integralmente na sua empresa e sob a sua gestão, ele possuirá um acompanhamento de um líder técnico da empresa contratada, no caso, a A.R.Phoenix. 

Nesse caso, o profissional estará totalmente engajado com o seu serviço, e ainda contará com um acompanhamento remoto de uma pessoa extremamente especializada que poderá sanar qualquer tipo de imprevisto que possa surgir.

Gestão Externa

Na gestão de outsourcing externa, o profissional terceirizado não trabalha em sua empresa. Todo o serviço é prestado de forma remota, onde o profissional estará totalmente dedicado ao seu projeto, sob gestão direta dos líderes da empresa contratada, no caso, a A.R.Phoenix. 

Nesse caso, você contará com um especialista e, não só com a expertise dele, mas com toda a nossa tecnologia. Já que o serviço será prestado dentro de nossa empresa. 

 

Como a A.R.Phoenix pode te ajudar a escolher qual o melhor tipo para a sua empresa

Como você pode ver, a A.R.Phoenix pode ajudar a sua empresa na gestão de outsourcing interno, compartilhado ou externo. Com o auxílio deste serviço e de nossos profissionais, a sua organização poderá alcançar resultados excepcionais, com o menor custo possível. 

Além disso, com a nossa gestão de outsourcing, você ainda poderá contar com profissionais especialistas a sua disposição, somando a sua equipe!

Entre em contato com nosso time e saiba mais sobre como podemos te ajudar com a gestão de outsourcing. 

Saiba qual o nível de Maturidade em TI da sua empresa

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A maturidade em TI da sua empresa está totalmente relacionada ao nível de autonomia que a mesma tem dentro do setor. Quanto maior o nível de maturidade em TI, mais estratégica a sua empresa consegue ser, com melhores condições de entregar um alto valor à organização.

Subir o nível de maturidade em TI da sua empresa, deve ser um dos principais objetivos de um bom gestor. Mas, para que isso aconteça, é necessário não só investimento financeiro, como também depende do tipo de gestão e como a área de tecnologia é aplicada.

 

O que é nível de maturidade em TI de uma empresa?

O nível de maturidade em TI pode ser definido como a mensuração das capacidades de uma organização. É por meio desse nível que a empresa irá saber quão bem o seu negócio é suportado pela área de TI.

Se o nível de maturidade é alto, significa que esta unidade da organização está operando de forma eficaz, seguindo boas práticas, entregando serviços de qualidade e sendo capaz de se adaptar rapidamente às mudanças. Além de apresentar maior agilidade e conformidade às necessidades do seu negócio.

Analisar e medir o seu negócio, tem como objetivo, descobrir a efetividade da operação de uma organização e identificar o que é necessário para melhorar a sua performance para atingir os objetivos do seu negócio.

A mensuração do nível de maturidade em TI, analisa algumas características da sua empresa, como:

  • Ambiente orientado à agilidade
  • Aumento exponencial de headcount
  • Dinâmica de entrega de serviços acelerada
  • Ritmo vertiginoso de crescimento

Saiba mais sobre algumas tendências da transformação digital para adotar na sua empresa.

 

Conheça os níveis de maturidade em TI da sua empresa.

 

Se a sua intenção é aumentar o valor da sua infraestrutura. Continue lendo e entenda quais são os níveis de maturidade em TI e como eles se caracterizam.

 

Nível 1: comportamento reativo

O primeiro nível apresenta um setor com características como:

  • alta dependência de um gestor e um auxiliar mais experiente;
  • gestão voltada ao operacional e com nenhum foco estratégico;
  • falta de padronização de processos e implementação de soluções para exceções como ação comum;
  • comunicação com outros setores inexistente ou falha.

Um departamento que se encontra nesse nível de maturidade em TI não tem ações ou planejamentos para curto e longo prazo, já que, em sua maioria, o pensamento estratégico não é mantido.

Não costuma haver também, uma participação desta área em decisões da diretoria e no planejamento estratégico do negócio.

A equipe de TI funciona somente como uma prestadora de serviços básicos de suporte, sendo requisitada apenas quando há problemas da empresa em relação a equipamentos e sistemas.

 

Nível 2: atuação preventiva e mais eficiente

Possui algumas características de prevenção, como:

  • previsibilidade de ocorrências e seus possíveis danos;
  • iniciativas estabelecidas para manutenção de estabilidade da infraestrutura;
  • controle contínuo de disponibilidade das ferramentas.

A diferença entre os dois primeiros níveis está na abrangência maior que o segundo tem, prevendo alguns possíveis transtornos de maior e menor poder danoso e aliando esses pontos a outros voltados à melhoria de desempenho. 

Mas, quando falamos em trabalho estratégico, não há muita diferença entre eles. Às empresas que estão no nível 2, ainda recebem pouca atenção, com o setor de tecnologia não tendo participação em planejamento e objetivos globais.

 

Nível 3: proatividade e autonomia

Nesse nível, começamos a ver um início de gestão estratégica, e a comunicação com demais setores e profissionais passa a ocorrer. 

Já é percebida a necessidade de outras áreas, no intuito de entregar maior valor ao seu trabalho e para a empresa. Com processos mais definidos, e uma padronização avançada, a autonomia dos setores que estão nesse nível são muito maiores.

Outra grande mudança que ocorre no nível 3 é a implementação de melhorias direcionadas também aos serviços entregues. Além de uma percepção maior de valor e eficiência para a TI na visão dos outros departamentos.

 

Nível 4: alto poder estratégico

Empresas que estão no nível 4 de maturidade em TI, começam a perceber todo o potencial de uma gestão estratégica.

  • a empresa conta com o setor de TI como braço capaz de planejar e implementar inovação, ou pelo menos dar suporte próximo;
  • a área gera mudanças em outras, inclusive nas rotinas nativas e insubstituíveis;
  • existência de regras de operação;
  • estruturação e integração total de processos com padronização e indicadores;
  • demais setores ganham produtividade e a organização ganha lucratividade por meio de projetos e planejamento que a TI lidera ou dos quais participa.

Inicia-se, nesse nível, uma medição de performance, assim como dos seus componentes, com indicadores de desempenho bem definidos. Por conta disso, o trabalho deve seguir padrões de qualidade monitorados com frequência.

A diretoria alinha a governança corporativa à de TI, e a área de tecnologia passa a participar ativamente do planejamento global, sendo ativa na busca de suas metas. 

Nesse nível de maturidade em TI, o gestor também passa a buscar soluções e estratégias para prevenir a empresa na análise de riscos e aproveitar oportunidades de ganho de diferencial competitivo.

 

Nível 5: independência

Por ser mais difícil de ser alcançado, apenas a minoria das empresas do mercado estão nesse nível de maturidade em TI. Ele exige um comportamento estratégico e estruturação de processos em um nível extremamente avançado.

O quinto nível de maturidade em TI, é controlado por um acordo de nível de serviço (SLA), no qual as partes oficializam questões da relação como recursos disponibilizados, direitos e deveres, objetivos e prazos e até mesmo penalizações por descumprimento de cláusulas. 

Esse nível exige tanto da equipe de TI e de sua gestão estratégica quanto dos profissionais que fazem parte da cúpula da empresa. Chegar neste nível de maturidade em TI é um longo processo, e precisa de tempo e dedicação.

 

Como a A.R.Phoenix pode te ajudar

Independentemente de qual seja o nível de maturidade em TI da sua empresa, é preciso que você esteja sempre melhorando a sua gestão e processos. 

E, para isso, você pode contar com a A.R.Phoenix para te ajudar no desenvolvimento de toda a estrutura de TI do seu negócio, desde o ponto de rede até a configuração e implantação de sistemas e servidores, além de oferecermos consultoria em gerenciamento e suporte para sua empresa se tornar mais competitiva.

Além disso, atuamos também na implantação de servidores, escolhendo as melhores opções, levando em conta a necessidade da empresa, sua estrutura, os níveis de gerenciamento e outras particularidades. Garantindo o perfeito funcionamento dos servidores por meio de nossos serviços de manutenção. Não importa se a sua organização é nova na nuvem ou se a sua estratégia está bem avançada, é possível otimizar seu ambiente de TI para aproveitar ao máximo os benefícios.

Conte com a expertise de quem tem mais de 30 anos de mercado para te ajudar. Fale com nosso time de especialistas e tire todas as suas dúvidas.

 

14 Dicas para Segurança de Dados Pessoais em Softwares e Aplicações

Devido a esta pandemia, estamos vivendo um momento em que todos colocam à prova a resiliência em todos os setores da vida e, por isso, temos a oportunidade de aproveitar essa disruptura para nos adequar ao cenário mundial, em que a maioria das empresas adotou o home office, onde todos os profissionais trabalham de suas residências enviando e recebendo dados e informações o tempo todo.

Com isso, os ataques cibernéticos vêm aumentando consideravelmente, principalmente pelo aumento do uso de computadores pessoais para trabalhar, bem como a utilização de conexões residenciais para esta finalidade, e muitas vezes sem as devidas medidas e ferramentas de segurança.

Com todas as recentes violações de dados e histórias de gaps com relação à segurança em sites e mídias sociais, as pessoas estão se precavendo para proteger melhor e garantir sua privacidade online, além de não ter suas fotos, vídeos e outros dados roubados.

O caminho é longo, mas devemos proteger melhor seus equipamentos, para tanto, decidimos ajudar nessa empreitada e selecionamos 14 dicas para melhorar sua segurança online a fim de minimizar preocupações no seu acesso na web ou apps.

Conheça 14 dias importantes de Proteção de Dados em sistemas na WEB e em APPs baseados na LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais):

 

01.Direitos dos dados do titular (dados pessoais) – conheça os três responsáveis pelo processo de proteção de dados:

  • Titular (pessoa física) pessoa a quem se refere o dado.
  • Controlador (empresa) pessoa ou empresa que realiza do tratamento de dados pessoais em nome do controlador.
  • Encarregado (DPO) atua como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a ANPD.

Este direito (Direito dos dados do titular) permite que o titular acesse seus dados, visualize com quais empresas eles foram compartilhados, bem como corrija e altere esses dados, com a possibilidade de transferi-los para outra entidade pública ou privada, ou ainda apagar seus dados e inclusive revogar seu consentimento.
No caso de descumprimento da LGPD, as empresas poderão ser multadas em até 2% do faturamento anual, podendo chegar até R$ 50 milhões.

2. Controle de acesso com expiração controlada

Evita o acesso indevido de um colaborador, por exemplo, que não faça mais parte do quadro de colaboradores.

3. Dupla validação de autenticação de acesso

Mitigação de possíveis invasores com acesso apenas à primeira fase de validação, pois a segunda normalmente ocorre com o envio de um código.

4. Utilização de criptografia

Criptografar seu computador ou dispositivo móvel é uma medida de segurança, pois significa que alguém terá que fornecer uma senha ou chave de encriptação antes de acessar o conteúdo.

5. Nunca salve dados de pagamento

Dados do cartão de crédito que são salvos em navegadores e apps para acesso a lojas online expõem o comprador à possibilidade de vazamentos de dados e consequentemente de compras sem o consentimento.

6. Ajuste o grau de privacidade na WEB e APPs

Ajuste a privacidade de seus APPs e sites que mais acessam para mitigar que pessoas mal-intencionadas acessem indevidamente a privacidade dos usuários, na sua maioria para marketing.

7. Não repita a senha em vários sites e apps

Crie senhas aleatórias, que misturem letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais sempre que possível, pois senhas exclusivas para cada site e APP auxilia na força da segurança de sua conta.

8. Não use perfis de redes sociais para ter acesso a sites e apps

Quando concedemos a permissão de acesso ao site ou APP, eles acessam os dados pessoais utilizados e cadastrados no e-mail ou rede social, deixando sua privacidade vulnerável, e a apesar de poupar tempo e raciocínio, usar este recurso não é o recomendado.

9. Evite usar computadores e redes Wi-Fi públicas

Evite utilizar computadores e redes Wi-Fi públicas, pois ficamos vulneráveis. Essas máquinas podem estar infectadas e preparadas para reter dados e informações sigilosas como número de conta e senha de acesso e dados de cartões de crédito.

10. Dados de e-mail, telefone ou endereço

Não forneça facilmente dados, por trás desses sites e APPs se escondem algumas cláusulas nas letras miúdas que nunca lemos, elas declaram que todos os seus dados poderão ser utilizados pela empresa do modo que ela quiser.

11. Sofwares, antivírus e firewall atualizados

Ações periódicas de atualização mitigam o acesso indevido de malwares, bom como possíveis ataques virtuais de hackers. Esta é uma das principais de se proteger contra esses malefícios.

12. Cuidado com e-mails não solicitados

A maneira mais fácil dos hackers coletarem suas informações é pelo Phishing, portanto não abra e-mails de fontes duvidosas, e se você acha que pode identificar uma tentativa desse tipo de golpe, certamente será muito difícil rastreá-lo e identificá-lo.

13. Busque por (APPs) aplicativos cuidadosamente

Verifique a reputação e comentários na loja de APPs antes de instalar um aplicativo. Fique atento para quais permissões ele pede e verifique se ele é de um desenvolvedor ou empresa confiável, pois hoje em dia há muitos vírus disfarçados de aplicativos nas lojas virtuais móveis.

14. Dados de cartão de crédito nas compras online

Ao comprar online estamos fornecendo nossos dados e devemos tomar algumas medidas preventivas, como priorizar lojas mais conhecidas. Caso compre em sites desconhecidos, pesquise antes para saber a opinião de clientes que já compraram. Além disso, verifique se o site é seguro, veja se o endereço começa por https://

Devemos estar sempre atentos e preparados para não cair nos golpes e armadilhas de pessoas mal-intencionadas. Logo, seguindo essas 14 dicas importantes de Proteção de Dados em sistemas na WEB e em APPs baseados na LGPD (Lei de Proteção de Dados Pessoais), é certo que você protegerá melhor os seus dados, não apenas em meio à pandemia, mas depois que tudo isso passar.

 

 

Luciano Piccolo
Membro do Comitê de Conteúdo e Segurança ANPPD® – Associação Nacional dos Profissionais de Privacidade de Dados
Certificado EXIN® DPO Data Protection Officer